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Conferência de abertura do II Encontro de São Lázaro já pode ser acessada

Texto em português está no site da FFCH

 

O II Encontro de São Lázaro, que comemora especialmente os 70 anos da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, começou nesta segunda-feira às 18:30 horas, no Salão Nobre da Reitoria da UFBA. A solenidade de abertura, que lotou completamente o Salão Nobre, contou com a presença de reitora Dora Leal Rosa, do Diretor da FFCH, João Carlos Salles, de professores e de alunos da universidade, que assistiram à conferência plenária "Crise estrutural necessita de mudança estrutural", proferida por István Mészáros. O Encontro prossegue até a próxima sexta-feira , dia 17 de junho, sempre no campus de São Lázaro. Confira, no link abaixo, o texto em português da conferência.

http://www.ffch.ufba.br/spip.php?article552

PROGRAMAÇÃO

 

Terça-feira, 14 de junho

10:30-17:30

Atividades nos Auditórios do CRH, 01 e 02, e nas salas 01 a 16

18:30

Conferência plenária no Salão Nobre da Reitoria
Oswaldo Giacoia Júnior, ESSES GREGOS ERAM SUPERFICIAIS - POR PROFUNDIDADE!

Quarta-feira, 15 de junho

10:30-17:30

Atividades nos Auditórios do CRH, 01 e 02, e nas salas 01 a 16

18:30

Conferência plenária no Salão Nobre da Reitoria
Ricardo Antunes, PARA ONDE VAI O MUNDO DO TRABALHO?

Quinta-feira, 16 de junho

10:30-17:30

Atividades nos Auditórios do CRH, 01 e 02, e nas salas 01 a 16

18:30

Conferência plenária no Salão Nobre da Reitoria
Sidney Chalhoub, A FORÇA DA ESCRAVIDÃO: ILEGALIDADE E COSTUME NO BRASIL OITOCENTISTA.

Sexta-feira, 17 de junho

8:00-10:00

Minicursos

10:30

Encerramento do Encontro no Salão Nobre da Reitoria
Intervenção cultural
Conferência de Francisco de Oliveira, POLÍTICA E ECONOMIA SOB A HEGEMONIA ÀS AVESSAS.

 

Programação dos minicursos

A construção do objeto em Antropologia (Sala 11)
Docentes: Maria Rosário de Carvalho (coordenadora), Evandro Rabello, Suzana Moura Maia e Sarah Siqueira de Miranda

Cada uma das três primeiras sessões do minicurso, a cargo de diferentes expositores, focalizará uma área temática e um contexto empírico distintos. A quarta sessão ficará a cargo da coordenadora do mini-curso, que se encarregará de proceder às conexões e articulações entre as sessões precedentes, tendo em vista o objetivo do curso, isto é, problematizar a relação entre a área temática e o contexto empírico no delineamento do percurso metodológico.

Análise de Políticas Públicas (Sala 5)
Docentes: Alvino Oliveira Sanches Filho e Valdemar Ferreira A. Filho

A Ciência Política e a análise de políticas públicas; ferramentas e tipologias para análise de política pública; Perspectivas teóricas sobre Estado e formação de políticas; Transformações do Estado contemporâneo e novos paradigmas de política pública: reestruturação dos sistemas de proteção social; novo gerencialismo público; Os estudos de políticas públicas no Brasil: problemas e debates; federalismo, descentralização, e participação social.

Aspectos centrais da operação com técnicas quantitativas (Sala 2)
Docentes: Clovis Roberto Zimmermann e Luiz Cláudio Lourenço

Este minicurso visa a expor um panorama geral dos aspectos que envolvem as técnicas quantitativas de pesquisa nas Ciências Sociais. Para alcançar esta finalidade serão trabalhados: 1) os aspectos referentes ao surgimento e relevância da pesquisa quantitativa; 2) as maneiras de obtenção de uma amostra e formulação de um questionário e 3) a leitura e interpretação de dados e índices da estatística descritiva e inferencial.

Atualidades da prática arqueológica no Brasil (Sala 1)
Docentes: Carlos Etchevarne (coordenador), Albérico Queiroz, Carlos Xavier, Gilson Rambelli e Marina Cavicchioli

O minicurso tem por objetivo apresentar aos estudantes da UFBA os diversos campos de atuação da Arqueologia no Brasil, especialmente no Nordeste, assim como os suportes teóricos e metodológicos que sustentam a prática arqueológica e, sobretudo, o discurso do arqueólogo. Para isso serão convidados professores pesquisadores do Nordeste Brasileiro que atuam em linhas de pesquisas diferentes, de forma a que se possa ter um panorama geral sobre a atualidade desta ciência no país.

Conhecimento, abstração e retorno ao fantasma em Tomás de Aquino (Sala 10)
Docente: Marco Aurélio Oliveira da Silva

O objetivo do minicurso é abordar a teoria do conhecimento de Tomás de Aquino. Este defende a noção clássica de conhecimento segundo a qual nada há no intelecto que não tenha passado pelos sentidos. Consequentemente, o conceito de abstração exerce um papel fundamental na teoria deste filósofo, uma vez que é o ato pelo qual, a partir de dados sensíveis, obtêm-se conceitos inteligíveis. Desse modo, pretende-se abordar temas centrais para a teoria de Tomás, como a estrutura cognitiva humana, os tipos de abstração e o papel do chamado retorno ao fantasma neste processo.

Eleições e comportamento eleitoral (Sala 3)
Docente: Maria Salete Souza de Amorim

O curso propõe abordar o papel das eleições nas democracias representativas e os componentes do sistema eleitoral brasileiro, bem como as recentes propostas de reforma política. Tratará também das principais teorias que explicam o comportamento eleitoral, entre elas a perspectiva sociológica, a psicossociológica e a teoria da escolha racional.

Estudos Feministas e de Gênero na contemporaneidade (Sala 6)
Docentes: Márcia dos Santos Macêdo (coordenadora), Alinne L. Bonetti, Iole M. Vanin e Sílvia de Aquino

Introdução aos estudos feministas e o uso da categoria gênero. Epistemologias feministas e a crítica à Ciência. Imbricações teóricas e políticas dos estudos de Gênero e Sexualidade. Gênero e violência. O curso objetiva proporcionar aos/às participantes uma compreensão da importância dos estudos feministas e de gênero para a realização de análises sobre o mundo social contemporâneo que contemplem as complexidades e desafios da atualidade.

Métodos e Técnicas de Investigação com Crianças (Sala 8)
Docentes: Antonio Marcos Chaves (coordenador), Juliana Prates Santana e Lia da Rocha Lordelo

O curso objetiva apresentar e discutir métodos e técnicas de investigação, tendo crianças como participantes. Apresentará assim: Especificidades da infância. Significados de infância em diferentes épocas e contextos. A criança como participante da pesquisa. Métodos e técnicas para a investigação com crianças: entrevista, complementação de frases, desenhos, teste de evocação livre de palavras, entre outros. Pesquisas com crianças.

O uso de novas tecnologias para aquisição de fontes históricas (Sala 13)
Docentes: Muniz Ferreira (coordenador), Diogo Trindade Alves de Carvalho e Thiago Barboza de Oliveira Coelho

Este curso se propõe a apresentar algumas práticas metodológicas direcionadas para o acesso e a captura de documentos históricos presentes no meio virtual, essenciais na construção da narrativa histórica. A imensa quantidade de dados e a velocidade em que transitam no meio virtual vêm aumentando o interesse do meio acadêmico por essas fontes, considerando-se que grande parte delas era inacessível até o surgimento da internet.

Patrimônio Cultural como ferramenta pedagógica para Inclusão Social (Sala 4)
Docentes: Heloísa Helena Costa (coordenadora), Jane Palma, Paula Andrade Coutinho e Irene Santino

A idéia do curso é promover uma reflexão sobre o uso social do patrimônio cultural, fortalecendo o conhecimento sobre o conceito ampliado de patrimônio; sobre a Convenção Relativa à proteção do patrimônio mundial, cultural e natural, de 1972, feita pela equipe da UNESCO; sobre as relações entre as leis de tombamento no Brasil e a educação patrimonial de caráter inclusivo, a fim de estimular os participantes a adotarem ações afirmativas de maneira interdisciplinar, tanto para a salvaguarda do patrimônio, quanto para seu uso adequado, em benefício de uma cidadania responsável.

Violência de Gênero e Políticas de Enfrentamento (Sala 9)
Docentes: Cecília Sardenberg e Márcia Tavares

O curso objetiva: apresentar aos participantes as abordagens teóricas e dados estatísticos da violência contra a mulher; proporcionar aos participantes um resgate histórico dos movimentos e lutas pelo fim da violência contra a mulher; possibilitar aos participantes um maior conhecimento acerca da Lei 11.340 - Lei Maria da Penha; fornecer informações sobre o monitoramento da aplicação da Lei e desafios para acesso à justiça das mulheres em situação de violência.

Wittgenstein: epistemologia terapêutica ou epistemologia do uso? (Sala 7)
Docente: Arley Ramos Moreno

A ideia de autonomia do sentido acompanha todo pensamento de Wittgenstein, desde a época do Tractatus até o final de sua atividade filosófica. Ao ser inserida na ampla discussão sobre conceitos psicológicos, após o Tractatus, envolvendo as relações entre conhecimento e certeza, surgem perspectivas de desdobramento da terapia filosófica em uma epistemologia dos usos da linguagem - projeto, todavia, contrário à própria natureza da terapia filosófica. Tentaremos percorrer, lentamente, alguns passos conceituais selecionados nesse percurso realizado por Wittgenstein.

A programação completa do Encontro está na página: http://www.ffch.ufba.br/encontros/2/index.php

 

http://www.ffch.ufba.br/spip.php?article552